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Archive for the ‘Dica’ Category

Um dos maiores problemas no combate à violência sexual contra crianças é a dificuldade que os pais têm para explicar aos filhos sobre esse tipo de perigo. Pensando nisso, a rede Marista de Solidariedade criou um vídeo educativo, que faz parte da campanha “Defenda-se”, para ensinar às crianças a diferença entre carinhos saudáveis e abusivos.

“Até o momento, a Campanha Defenda-se centrou esforços em ilustrar situações que as crianças devem evitar para defenderem-se do abuso e da exploração sexual. Por isso, neste novo vídeo decidimos inovar na linguagem amigável criando uma história que mostrasse situações de afeto recíproco entre crianças e adultos, a fim de diferenciá-las de situações de carinho abusivo”, conta Vinícius Gallon, coordenador da Campanha.

Colorido e com uma linguagem infantil, o vídeo mostra situações de afeto recíproco entre crianças e adultos e as diferenças de abusos. A personagem do vídeo, Bia, também deixa clara a mensagem de sempre: contar qualquer situação desse tipo para os pais ou para outra pessoa de confiança. Ela também fala para as crianças sobre o Disque 100, que recebe e encaminha denúncias de violações de direitos humanos.

O vídeo foi lançado na semana que marca as mobilizações em torno do Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças, que foi celebrado em 23 de setembro. O material também está disponível no site do projeto, juntamente com documentos de referência sobre o enfrentamento à violência sexual, e materiais para mobilização do tema nas mídias sociais. Todo esse material pode ser conferido no site da campanha.

Assista ao vídeo e chame seu filho para ver também:

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As imagens que ele selecionou têm uma coisa em comum: todos estão felizes.

Imagens selecionadas têm a felicidade em comum.

Quer saber como? Então leia esse texto curtinho.

Eis que no meio dessa discussão besta em torno do comercial de O Boticário, Ícaro recebe uma tarefa que pede para pesquisar em revistas imagens de famílias convivendo harmonicamente. A atividade trata da importância desse tipo de comportamento. Longe de qualquer polêmica envolvendo sexualidade. É um tema que a escola vem abordando já há algum tempo.

Eis que ele resolve recortar e colar a imagem de dois homens pedalando.

Eu: E essa imagem Ícaro?
Ele: Porque é uma família ué!

A felicidade é o ponto comum em todas as imagens que ele escolheu. Dai eu me pergunto, como uma criança de SEIS  anos de idade consegue compreender o que é uma família e um grupo de marmanjos fundamentalistas não consegue? Só posso concluir que falta amor nos corações dessas pessoas. Moral da história: ensine, pratique, compartilhe o amor com seus filhos e ele fará isso com o próximo.

Polêmica

O estopim para essa discussão que se traveste de “preocupação com os valores da tradicional família brasileira” foi a campanha de O Boticário para o Dia dos Namorados. Acho difícil, mas se ainda não viu, veja.

 

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Férias escolares. O que fazer?

 

capa
Com a proximidade do período de férias escolares a impressão de alguns pais e mães é que vão enlouquecer com as crianças em casa. É muita energia que precisa ser canalizada. Para piorar, poucos são os pais que conseguem conciliar o período de férias do trabalho com o das férias dos filhos. O que fazer para resolver esse problema? Usar e abusar da criatividade. Essa é a solução para que seu filho tenha bons momentos durante as férias escolares, mesmo com você tendo que trabalhar todos os dias. Ai você me diz: “Falar é fácil. Quero ver fazer”. Pois bem. Para começar é preciso um pouco de conhecimento do nosso mercado consumidor – também conhecido como filhos – para atender as expectativas dele e programação. É só acionar sua rede de contatos (tias, avós, primos, mães e pais de amiguinhos) e criar uma programação em conjunto. E o que toda criança gosta? Até onde eu saiba, farra, bagunça, atenção e companhia.
#Colônia de Férias
Uma boa dica para quem não quer correr riscos são as famosas e queridas colônias de férias. Uma parte é oferecida pelas próprias escolas e outra por centros de educação específica (como cursos de inglês, músicas e afins) anualmente. A procura é grande e as vagas limitadas. Por isso é bom se apressar. Comentário: No ano passado a escola que Ícaro estuda ofereceu uma semana de colônia de férias com opção de semana inteira, dois ou apenas um dia. Cada dia da semana tinha programação especial. Ele foi a dois dias, teve banho de piscina, culinária e muita farra. Ele adorou ir para a escola sem uniforme (sim, ele é ligado nessas coisas) e encontrar os amiguinhos durante as férias. A mãe aqui também adorou a comodidade.

#Viajar
Essa opção é o sonho de toda criança. Quem, quando menor, nunca sonhou com uma viagem em família, daquelas que rendem uma redação nota 10 na volta às aulas? Claro que não cabe em todos os bolsos, mas uma ida naquela cidade vizinha (eu, que moro em Natal-RN, levo menos de duas horas para chegar em João Pessoa-PB, por exemplo) já pode render boas recordações num simples fim de semana. Basta visitar lugares legais para você e para as crianças. Comentário: Ícaro amou conhecer a Paraíba.

#Encantadores de crianças
Quem mora em condomínio pode adotar essa ideia. Que tal reunir pais e mães, fazer uma programação em comum e contratar atrações para animar a garotada? Um dia pode ter pula-pula, no outro palhaço, no terceiro cinema com pipoca no salão de festas, no quarto uma tarde de brincadeiras estilo gincana e o encerramento da semana com uma super festinha celebrando as férias? Para não ficar pesado para ninguém, os pais podem organizar escalas para ficar de olho na molecada – conciliando com os horários de trabalho – e dividir os custos. Qualquer contato de empresa de aluguel de animações para festas infantis pode conseguir animadores e brinquedos. O pulo do gato aqui é abusar da criatividade para diminuir os custos. Comentário: Essa eu nunca fiz, mas o potencial de sucesso é enorme.

#Menos é mais
As ideias mais simples também produzem grandes resultados. Dá aquele confere nos jornais da sua cidade. Eles certamente estão recheados de opções para a criançada. Não deixem os pequenos reféns da televisão e computador, muito menos trancados em casa ou dentro do apartamento. Leve-os para o cinema, teatro, livrarias – muitas oferecem contação de histórias, parques, praia (os pais que saem um pouco mais cedo do trabalho podem levar meninos e meninas para jogar bola no fim de tarde e terminar com um sorvete. A brincadeira já foge do lugar comum de torrar sob o sol), enfim, aproveite a sua cidade. Comentário: Não tem erro!

#Vem pra casa
Convide um amiguinho do seu filho para dormir na sua casa. A ideia é que seja aquele mais próximo, acostumado com os hábitos e rotinas da sua família. Tudo para que a noite seja tranquila. Essa proposta é uma versão “mini” das festas do pijama. Como os pais estarão trabalhando a pleno vapor, fica complicado “domar” várias crianças. Uma ou duas já é suficiente. Prepare comidinhas gostosas, se possível compre um pijama novo e conte histórias. Comentário: É uma delícia escutar as fofocas quando eles acordam no outro dia. Sempre vem com pedido de mais um!

Gostou das dicas? Tem uma sugestão e quer vê-la publicada aqui? Escreve nos comentários ou manda email para gabrielafreire2003@hotmail.com

 

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Juju pediu para eu comprá-la um diário. Daqueles, à moda antiga, onde escrevíamos o que havia sido feito durante o dia, quem vimos, o que falamos, etc. O pedido foi fruto de uma aula de Português, na escola, onde se falou sobre textos para diário, estilo, como se escrever, e foram apresentados às crianças alguns “modelos”.

Entusiasmada, comprei uma agendinha da Hello Kitty (recheada de adesivos, é claro) e entreguei com mil recomendações para que escrevesse mesmo, não deixasse pra lá.

Lembrei-me do meu hábito, quando criança e adolescente, de colecionar e escrever diariamente em diários, e depois, agendas. Mas como a vida era diferente da que nossos filhos levam! Depois de um dia intenso, em casa, à noite, era só eu e minha agenda. Eu tinha tempo para enfeitar, colar cartinhas, adesivos, papéis de bombom e tanta coisa mais que a agenda mal fechava. E aí veio a pergunta: – E hoje, ainda dá tempo para isso tudo?

Acho que não! Infelizmente.

O que vimos são adolescentes, quando não as crianças, conectados quase 24 horas por dia. Difícil desligar até para dormir. Em vez da reflexão em casa, sozinhos, sobre o que disseram, o que viveram, o que viram, o que há é uma extenuante rotina de Facebook, Twitter, celular e afins, o tempo todo reverberando tudo, conectando, compartilhando, retuitando. E o tempo para o ócio criativo, onde ficou? Para pensar, planejar, refletir? E os segredos? Ninguém mais tem?

Não quero parecer antiquada. Também sou adepta das novas tecnologias. Mas o fato é que temo a influência que elas exercem na formação dos nossos pequenos. E temo, principalmente, a falta do tempo só, do tempo de nada fazer – coisa tão típica da infância e adolescência, já que para os adultos, parece ainda mais difícil.

Vou incentivar Juju a escrever, à mão, seu diário. A colher ali depoimentos de amiguinhas, a colar figuras, a planejar seus escritos. Vou mostrar os meus diários e meus antigos segredos, que ainda tenho lá em casa. Pode ser que vença o incentivo, e sirva de inspiração.

Imagem

Para quem queira refletir um pouco mais sobre nossa relação com o tempo e as tecnologias (e, consequentemente, dos nossos filhos) indico o excelente artigo da jornalista Eliane Brum. Para a gente até medir se estamos precisando de um freio, afinal de contas, nada como o exemplo para guiar nossos filhotes: http://revistaepoca.globo.com//Sociedade/eliane-brum/noticia/2013/04/e-urgente-recuperar-o-sentido-de-urgencia.html

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* Ícaro entrou naquela [péssima] fase de pedir tudo o que vê na televisão. Não pode passar o comercial de um brinquedo e ele já dispara: “Mamãe você compra?” e “Papai você compra?”. Para quem vê uma ou outra vez pode até achar engraçado. Mas na verdade é chato. É chato saber que nossos filhos são bombardeados com centenas de propagandas até dentro e canais pagos de tv. Se eu pago para que eles ainda vão atrás de publicidade? É chato também elaborar respostas para cada pedido.

* Sempre que saímos para trabalhar Ícaro pergunta aonde estamos indo. A resposta mais corriqueira é “ao trabalho”, claro. Ele continua perguntando o motivo de irmos trabalhar mais uma vez já que fomos no dia anterior e assim sucessivamente. Vez por outra explico.
– Estou indo trabalhar para ganhar dinheiro para comprar nossa comida, pagar o carro, comprar roupas, se divertir,…, (listo as contas e termino com um “e porque gosto”).

Ele sempre se dá por satisfeito.

Voltando ao tema anterior e deixando discussões a parte, dias atrás ele ligou a metralhadora de encomendas ao ritmo do intervalo comercial.

– Mamãe, compra essa pista para mim?
– Mas você já tem uma pista bem legal.
Silêncio.
– E esse boneco. Você compra?
– Não filho, mamãe não tem dinheiro para comprar isso. Você tem muito brinquedo.
– Então papai compra?
– O dinheiro de papai e mamãe é tudo igual.
* pausa dramática *
– Então vão trabalhar mais um pouquinho, vão!
Mais.
Quem se interessar sobre o assunto de crianças e consumismo, recomendo o site do Movimento Infância Livre de Consumismo.

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Vou viajar. E agora?

Essa dúvida martelou na minha cabeça por um bom tempo quando eu e meu marido decidimos passar férias na Argentina. Levar ou não levar o pequeno, prestes a completar 3 anos?

Lembro que fiz uma lista mental de prós e contras das duas situações, fiz pesquisa com os amigos com e sem filhos e conversei muito com o pai.

Decidimos não levar Ícaro para a Argentina. Claro que morremos de saudades, cada esquina valia uma lembrança dele. Mas super indico a cidade par quem quer levar o nino. Achei esse blog sem querer – se tivesse sido antes, certeza que Ícaro teria ido dançar um tango! – e recomendo. Ainda não vi tudo, mas é bem bacana.

Fica a dica!
http://buenosairesparaninos.blogspot.com/

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